As palavras inflam em meu peito, mas quando chegam a boca, perdem o sentido - discussão rápida, me cansa- . Estou a finalmente a perpetuar minha digníssima solidão, não obstante, sei que bem me fez. Que seja.
Amargas e falsas palavras esvaziam-se pelo ar, entram e saem por mim, significando nada menos que vazio - destaque-se, soa vazio. Desculpa-me pela indulgência, por não gritar a verdades escondida debaixo dos panos, por não atirar pratos e vidros contra tudo, desculpa por guardar o rancor e rasgar meu coração aos poucos... Indulgente... não conseguiria ser outra coisa. Vou responder com toda franqueza: - Tudo bem, não tem problema está tudo bem.
Porque o padeiro não vai vender menos pães se eu derramar algumas lágrimas, as chuvas não serão tão densas devido a minha desilusão, os mercados e os presídios continuaram cheios, e continuaremos a cometer o mesmo erros. E novamente, a amargas desculpas dadas, irão se repetir, como um circulo vicioso.
No tocante, eu possa ainda vitalizar, tentar dar uma nova chance, entrementes, acho que no final é tudo como uma antiga canção, nada mais importa.
So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
No, nothing else matters